venerdì 23 gennaio 2009

A DEFESA DA VIDA


ABORTO, UM ATENTADO A VIDA

O acto de nascer e de viver não é uma decisão do homem, seja ele quem for. Esse acto é de livre iniciativa de Deus. Impedir a vida significa sobrepormo-nos à Lei divina e aquelas da natureza que não tem nada a ver com condicionalismos económicos nem com teorias tortuosas de qualquer filosofia ou outras formas de consideração. Por isso o aborto não é o caminho mais certo para resolver os problemas com que o homem se confronta na vida! Pelo contrário, essa prática cria consequências graves, tais, como traumas psíquicos e físicos da mãe que se vêm juntar aos traumas espirituais, alem dos riscos de saúde que a própria mãe incorre. Por isso, liberalização do aborto (alguns países) não é solução de problemas Sociais ou económicos) nem confere o “direito” da mulher tirar a vida do “indefeso”, pelo contrário, ela devia ter a obrigação de a protege-lo e defende-lo! O período compreendido entre a concepção e morte.
A vida é um direito: ter direito à vida significa viver, isto é, ter vida; estar com a vida assegurada; existir condignamente. O aborto é prática que afronta incisivamente o direito à vida, as vezes por razões banais que acima referidas. O desrespeito aos direitos do nascituro, as funestas técnicas usadas para extirpar a vida humana fere o direito fundamental à vida, constitui um crime independentemente de qualquer lei jurídica.
A etimologia da palavra aborto (de ab-ortus) dá a idéia de privação do nascimento, "interrupção voluntária da gravidez, com a morte do produto da concepção. "
A Doutrina Cristã: o aborto significa a “morte de um ser humano, e, pois, virtualmente, homicídio"
Neste sentido, "É com o Cristianismo que todos os seres humanos, só por o serem sem acepção de condições, são considerados pessoas dotadas de um eminente valor. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos os homens são chamados à salvação através de Jesus que, por eles, verteu o Seu Sangue. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos os homens têm uma liberdade irrenunciável que nenhuma sujeição política ou social pode destruir".
O aborto não pode ser usado como método anticoncepcional. Ninguém, em sã consciência, vai negar que o aborto é uma contingência muito desagradável na vida de uma mulher. As mulheres não gostam de fazer aborto. Uma mulher só faz aborto num momento em que está desesperada e quando não há outro meio de conseguir sobreviver, psicológica e fisicamente. As mulheres recorrem à práticas precárias de aborto porque não têm dinheiro para pagar uma clínica. Normalmente, elas sabem que estão correndo risco de vida. Mesmo assim, se arriscam, porque a gravidez é insuportável. E só quem fica grávida sabe disso. Mulheres não são máquinas de reproduzir. E nenhuma mulher vai fazer aborto, só porque é “permitido por lei."
Todavia, a lei não pode deixar de contemplar casos conhecidos, como o de mulheres de boa situação social, geralmente fúteis e ociosas, que engravidam e procuram abortar apenas para não deformarem seus corpos esguios e esculturais.
O aborto continua sendo um crime em qualquer circunstância. Os fetos que apresentam problema, as crianças que nascem doentes, com alguma síndrome por exemplo, têm todo o direito de viver, o mesmo direito dos seres humanos considerados 100% saudáveis. O aborto é prática repulsiva que transgride o respeito à vida humana.

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