sabato 24 gennaio 2009

O ANO PAULINO E A IGRJA DE ANGOLA









Depois da proclamação do Ano Jubilar dedicado a S. Paulo que decorre de 28 de Junho de2008 a 29 de Junho de 2009, por Sua santidade Bento XVI, na homilia em que anunciou este grande acontecimento para Igreja, nas Primeiras Vésperas da Solenidade dos santos Pedro e Paulo, em 28 de Junho de 2007, na Basílica de São Paulo fora dos Muros, em Roma, para celebrar os dois mil anos do seu nascimento.
Igreja Angolana através da sua Conferencia Episcopal, tem empreendido uma série de actividade e celebrações vivendo desse de maneira mais profunda a espiritualidade Paulina.
A visita do Papa colmatará o evento dos 500 anos de evangelização em Angola. são momentos de graças e alegria, os quais esse povo martirizado vive manifestando a sua fe em Deus providente de tudo.

CONSTRUIR A



O nosso mundo hoje vive momentos de turbulências, de agitação, de conflito porque falta a PAZ, o bem Maior para todos os homens. Paz perturbada pelas guerras entre os países no mundo. A Paz é garantia ou elemento fundamental para o desenrolamento e da boa qualidade de vida.

é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas ideias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Acima de tudo, PAZ é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz; onde há paz, há Deus; onde há Deus, nada falta.

É essa Paz que o Papa Bento XVI apela ao mundo sobretudo hoje no Médio Oriente, e na Africa, na sua tradicional bênção Urbi et Orbi, na Basílica de S. Pedro, no Vaticano, e evocou a “luz de Belém”, para que ajude os esforços “daqueles que não se resignam à lógica perversa da violência e que preferem a mudança pela via do diálogo” para a construção de um mundo melhor.

O DIVORCIO E CAUSAS


Nesta página debruço-me sobre o tema do divórcio, já que tem sido um dos factores que muitas vezes implica da vida real dos casados nesses últimos tempos. Pode-se chamar uma crise? No casamento, ambos os parceiros mudam ou evoluem com os anos, geralmente em diferentes ritmos, e não necessariamente em direcções complementares, podendo surgir a necessidade de separação.
Assim, diante de um casamento não satisfatório, começam a surgir inúmeros problemas no convívio e no relacionamento, que chamaremos aqui de desajustes conjugais. E consequentemente ocorrendo a separação ou a perda da relação, por pior que essa estivesse no período imediatamente anterior ao divórcio.
A maior facilidade para o divórcio e a diminuição da influência da religião com dogmas rígidos tornaram a separação um acontecimento mais aceitável, com as pessoas separadas sofrendo menor preconceito que no passado.
Causas do divorcio: a busca mais acentuada pelo bem-estar individual, através da maior oferta de prazer (real ou ilusória) na sociedade actual para aqueles que abrem mão da vida a dois.
Como se perpetuam relações desajustadas no casamento? Em um casamento, quando ocorre um desajuste conjugal, a responsabilidade pelo problema é de ambos os cônjuges, mesmo que aparentemente a situação aponte para um único responsável. Isso porque ocorre o que pode ser chamado de acordo inconsciente entre os dois no casamento, isto é: um problema que aparentemente é de apenas um dos cônjuges, é, em geral, compartilhado ou até mesmo aceito pelo outro.
Assim, uma pessoa ao se casar ou manter-se casada o faz pelas virtudes do parceiro ou da própria união. Porém, com as virtudes, aparecem as diferenças e até mesmo os problemas. Questões sócio-culturais também são muito importantes na manutenção de casamentos muito desajustados, principalmente em culturas e classes sociais em que a mulher (ou o homem) tem uma educação rígida em relação ao casamento, não tendo uma vida pessoal própria, independente, mesmo profissionalmente, em que o casamento e a maternidade são vistos como meio de vida, muitas vezes por necessidade e não como opção. Além disso, muitos casamentos mantêm-se pela extrema dependência afectiva dos cônjuges um do outro, que faz com que desajustes intensos no casamento sejam tolerados, de modo que a tristeza pela perda do casamento seja intensa ou até insuportável, não permitindo uma separação mesmo que os problemas conjugais sejam vários.
Da mesma forma que ocorre com o casamento, o divórcio é uma questão única para cada dupla que se separa hoje na nossa sociedade. Essa separação é mais comum entre casais que se uniram na adolescência ou entre membros de diferentes níveis socio-económicos e culturais. Também pessoas cujos pais eram separados têm maior tendência a resolver um problema conjugal optando pelo divórcio.
Outra experiência provocadora de tensões no casamento é a paternidade, fazendo com que o parceiro sinta menos prazer com o outro após o nascimento de filhos.
A presença de doença nos filhos também gera uma tensão ainda maior, sendo que casamentos em que um dos filhos morre por doença ou acidente têm uma tendência de cerca de 50% em terminarem no divórcio.
Muitas vezes, contudo, a relação extraconjugal sinaliza insatisfações prévias dentro do casamento, de um ou de ambos os parceiros, e não necessariamente apenas insatisfações sexuais ou mesmo por motivos psicológicos.
Inúmeras e praticamente incontáveis podem ser as razões objectivas e práticas de separações. As pessoas que se separam podem atribuir a perda do amor, a presença de um relacionamento extraconjugal, o esfriamento sexual, as brigas constantes, a interferência dos sogros, a falta de dedicação ao casamento, e tantos outros que propiciam um desajuste conjugal.
Porém, da mesma forma que vimos antes em relação aos factores inconscientes (não percebidos pela pessoa) que são capazes de manter uniões " desajustadas ", também ocorrem factores psicológicos (inconscientes) da pessoa que agem na hora de optar-se por separações, além dos factores objectivos, práticos, que se mostram mais evidentes.
A Igreja Catolica sublinha a "Indissolubilidade do matrimonio" diante de tudo quanto diz respeito ao tema, sempre manteve a sua firmeza tradicional salvaguardando a sua Doutrina, não ignorando razoes palpáveis que justifiquem a separação dos cônjuges.

venerdì 23 gennaio 2009

A LIBERDADE RELIGIOSA ONTEM E HOJE




Nesta pagina queremos fazer menção sobre um dos elementos que constitui a linha orientadora de todo o homem que professa a sua fe no Ser que transcende os limites da realidade que lhe circunda.
Desde os primórdios de sua história, as sociedades humanas estão directamente atreladas a alguma religião.
Diversas civilizações se desenvolveram fundamentadas sob o manto de alguma crença. Culturas inteiras como o Egito Antigo, Maias, Persas e tantas outras, viviam sob a égide da Teocracia. A figura do governante confundia-se com a de um Deus ou representante seu, estando o poder, assim, justificado pela escolha de deste
No mundo moderno, a religião se dissociou do governo, mas não perdeu sua importância para a sociedade. Ao longo da história o que se percebeu foi momentos em que determinada religião era praticamente hegemónica, e em outros em que a liberdade de crença ficou consagrada. Segundo Mauricio Scheinmam, em artigo publicado acerca do tema “Foi no século III d.C que a expressão liberdade religiosa – libertas religionis – foi, provavelmente, utilizada pela primeira vez, por Tertuliano, advogado convertido ao cristianismo e que passou a defender a liberdade religiosa em face dos abusos do Império Romano.”
A doutrina indica três sistemas para a relação Estado-Igreja: a confusão, em que o Estado se confundia com a religião; a União, em que existiam determinadas relações jurídicas entre o Estado e a Igreja; e a separação, em que o Estado não tem mais relação com qualquer religião, tornando-se laico ou ateu.
O fato é que a existência de uma crença religiosa sempre foi presente e muito importante para uma sociedade. O seu reconhecimento deu-se com o respeito individual diante das diferenças, nao violencia ou abusos de costumes, mas que tenha como ápice o surgimento das diversas legislações asseguradoras da liberdade religiosa, como exemplo, Declaration on the Elimination of All Forms of Religious Intolerance, que esclarece de maneira detalhada o que consiste o direito a liberdade de pensamento, crença, religião e consciência. Na nossa sociedade, hoje se vive de modo coerente e respeitado? Esse é um tema sempre abordado e que mereceu sempre muita ponderação.

SER FAMILIA

Na vida existem momentos que somos de facto família e, outros, somos qualquer coisa menos uma família. O nosso ideal é de sermos sempre uma família. Esse deve ser o desejo e objecto de preocupações de todos aqueles que querem seguir e viver o projecto de DEUS tendo como modelo a Sagrada Família de Nazaré, proclamando juntos o valor da família e da vida. pois só assim se pode viver e sonhar com um futuro melhor. (cf. João Paulo II, carta às Famílias).
COMO POSSO CONCEBER A FAMÍLIA? A família é um núcleo de convivência, unido por laços afectivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afectivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivência o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando se casa, sabe-se que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
AUTOS E BAIXOS: A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses constantes ataques. Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afectivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculino e feminino.
A família foi e ficará sempre o fundamento da sociedade. Ela transcende a qualquer partido político, sociedade, associação ou a qualquer outro género de agrupamento humano: ela é constituída por relações de amor! Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.
De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projecto de vida idealizado por seus pais, tendo em vista o grande projecto de Deus. É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projecto. É necessário que haja boas convicções para o efeito. Vivemos hoje num “mundo electrónico” onde as coisas mundam rapidamente. Há hoje muitas coisas que não estão fixadas de antemão. Em nossa sociedade, os papéis tradicionais da mulher e do homem, antes assumidos como destino inexorável, não são mais simplesmente aceite dada a “evolução”! O diálogo, a partilha sobre a própria vida é indispensável, não só entre o casal, mas entre todos o que realmente desejam elaborar, com bastante criatividade, um projecto novo e distinto que possibilite a realização de um amor pleno.
Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade. Deus criou o homem e a mulher à sua imagem, criou-os no amor para o amor. Criou-os para que levassem a semente à plenitude a sua obra da criação. Por isso, isto implica “luta” diária para atingir essa FELICIDADE.

A DEFESA DA VIDA


ABORTO, UM ATENTADO A VIDA

O acto de nascer e de viver não é uma decisão do homem, seja ele quem for. Esse acto é de livre iniciativa de Deus. Impedir a vida significa sobrepormo-nos à Lei divina e aquelas da natureza que não tem nada a ver com condicionalismos económicos nem com teorias tortuosas de qualquer filosofia ou outras formas de consideração. Por isso o aborto não é o caminho mais certo para resolver os problemas com que o homem se confronta na vida! Pelo contrário, essa prática cria consequências graves, tais, como traumas psíquicos e físicos da mãe que se vêm juntar aos traumas espirituais, alem dos riscos de saúde que a própria mãe incorre. Por isso, liberalização do aborto (alguns países) não é solução de problemas Sociais ou económicos) nem confere o “direito” da mulher tirar a vida do “indefeso”, pelo contrário, ela devia ter a obrigação de a protege-lo e defende-lo! O período compreendido entre a concepção e morte.
A vida é um direito: ter direito à vida significa viver, isto é, ter vida; estar com a vida assegurada; existir condignamente. O aborto é prática que afronta incisivamente o direito à vida, as vezes por razões banais que acima referidas. O desrespeito aos direitos do nascituro, as funestas técnicas usadas para extirpar a vida humana fere o direito fundamental à vida, constitui um crime independentemente de qualquer lei jurídica.
A etimologia da palavra aborto (de ab-ortus) dá a idéia de privação do nascimento, "interrupção voluntária da gravidez, com a morte do produto da concepção. "
A Doutrina Cristã: o aborto significa a “morte de um ser humano, e, pois, virtualmente, homicídio"
Neste sentido, "É com o Cristianismo que todos os seres humanos, só por o serem sem acepção de condições, são considerados pessoas dotadas de um eminente valor. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos os homens são chamados à salvação através de Jesus que, por eles, verteu o Seu Sangue. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos os homens têm uma liberdade irrenunciável que nenhuma sujeição política ou social pode destruir".
O aborto não pode ser usado como método anticoncepcional. Ninguém, em sã consciência, vai negar que o aborto é uma contingência muito desagradável na vida de uma mulher. As mulheres não gostam de fazer aborto. Uma mulher só faz aborto num momento em que está desesperada e quando não há outro meio de conseguir sobreviver, psicológica e fisicamente. As mulheres recorrem à práticas precárias de aborto porque não têm dinheiro para pagar uma clínica. Normalmente, elas sabem que estão correndo risco de vida. Mesmo assim, se arriscam, porque a gravidez é insuportável. E só quem fica grávida sabe disso. Mulheres não são máquinas de reproduzir. E nenhuma mulher vai fazer aborto, só porque é “permitido por lei."
Todavia, a lei não pode deixar de contemplar casos conhecidos, como o de mulheres de boa situação social, geralmente fúteis e ociosas, que engravidam e procuram abortar apenas para não deformarem seus corpos esguios e esculturais.
O aborto continua sendo um crime em qualquer circunstância. Os fetos que apresentam problema, as crianças que nascem doentes, com alguma síndrome por exemplo, têm todo o direito de viver, o mesmo direito dos seres humanos considerados 100% saudáveis. O aborto é prática repulsiva que transgride o respeito à vida humana.

A VIDA, DOM DE DEUS


A vida

A Bioética tem como escopo estabelecer os parâmetros da legitimidade moral sobre questões que envolvem as pesquisas em que se utilizam seres humanos em experimento. Pela sua essência universal, a bioética assume para si temáticas delicadas como o aborto, a eutanásia…. e as implicações do campo da genética enquanto forma de estudar a hereditariedade, a estrutura e a funcionalidade dos genes A palavra composta por justaposição, Bio ( por ser vida e por constituir todos os elementos relevantes da condição humana) ética (por estabelecer os princípios que orientam o comportamento humano), disciplinando as condutas para que sejam afastadas técnicas de pesquisas que distorcem as prescrições que orientam qualquer corpo social ou vida humano.

Assistimos hoje nos nossos tempos, momentos em que a vida humana está a ser cada vez mais relativizada! Guerra, atentados e outros meios, contrariam o projecto de Deus.
Portanto, defender a vida é um dever de todos nós, que somos imagem e semelhança de Deus. Não dá mais para sermos coniventes com um mundo onde o dinheiro e o poder são maiores que a vida, o bem maior que Deus nos dá, e por amor.
vida é dada por Deus como em génesis 2.7. O dom de dar a vida é so de Deus! Dizer sim a vida é optar pelas coisas de Deus, que proporcionam para cada pessoa momentos de felicidade e sentimentos verdadeiros. Viver a vida na alegria e felicidade que traduz a gratidão a Deus, Autor da mesma. Nossa vida é sempre um bem; cada um é original e diferente, mas, todos recebemos o mesmo sopro da vida do criador.Nossa presença é no mundo manifestação de Deus, sinal da sua presença e vestígio da sua glória. “A glória de Deus é o homem vivo” dizia St° Irineu. “O homem é brilho do reflexo de Deus, pois somos imagem e semelhança Sua, por isso, somos membros participativos da obra da criação”.